Salvador: um lugar para celebrar nossas raízes

Salvador é a capital do estado da Bahia e sua fundação data de 1549; foi a primeira sede da administração colonial portuguesa no país e é uma das cidades mais antigas da América. Em síntese características marcantes do local remetem à arquitetura, música e gastronomia.

A Bahia era uma terra que eu estava devendo para mim mesma conhecer. Enquanto ainda existem muitos cantinhos a explorar ainda, começar por Salvador foi digno e também resultado de muitas memórias especialíssimas.

A influência africana nos aspectos culturais da cidade é bem marcada e a população reflete esse legado. Antes mesmo de começar, queria deixar registrado que só esse legado já garante que a visita seja inesquecível.

Como eu chego?

A cidade é servida por um único aeroporto, Deputado Luís Eduardo Magalhães, e ele fica na divisa entre Salvador e o município de Lauro de Freitas.

Em resumo para chegar ao centro histórico e outras partes da cidade partindo do aeroporto, você pode optar por táxi/uber, ônibus comum (perguntar a localização exata dos pontos porque não há sinalização), ônibus executivo (com ou sem parada em hotéis) ou alugar um carro.

Você pode optar pelo novíssimo metrô que foi inaugurado esse ano também. No aeroporto é só embarcar em um ônibus gratuito que faz a integração com a estação Aeroporto; o ônibus funciona no mesmo horário do metrô: todos os dias, de 5h à 00h.

A passagem de metrô custa R$3,70.

(Dezembro/2018)

Caso vá de ônibus, a rodoviária fica localizada em Pituba e há uma estação de metrô (Rodoviária) próxima à ela.

O que tem de bom?

Sabe aquele lugar que encantaria mesmo que não houvesse um único atrativo a ser visitado? Salvador é um desses lugares. O povo baiano exala uma energia que não pode ser descrita. O afeto ficou nítido em todas as interações que tive, em cada serviço prestado e em cada sorriso trocado.

Inegavelmente Salvador não só tem uma coleção de maravilhas como é uma maravilha.

Praias

Muitas praias urbanas de Salvador não são indicadas para banho por conta da poluição, mas é possível aproveitar algumas delas. Assim sendo é o caso da praia do Porto da Barra, do Farol da Barra e a Praia de Ondina.

Na parte do litoral norte da cidade, igualmente as praias são ainda mais imperdíveis. Desse modo pode manter em mente as praias de Stella Maris, Flamengo, Piatã e a famosa Itapuã (essa última homenageada na música Tarde em Itapuã).

Farol de Itapuã

No início da praia de Itapuã, situa-se um belo farol que infelizmente não permite visitação interna. É uma uma torre em ferro fundido com 21 metros pintada com listras horizontais brancas e vermelhas.

Ainda que não se possa apreciar a vista do topo, certamente é um belíssimo local para fotografar e é também um convite para pegar uma praia posteriormente.

Farol de Itapuã.

Centro Histórico

O centro de Salvador é conhecidíssimo pela coleção de antigos casarões coloridos, ladeiras íngremes e claramente o famoso Pelourinho. Ele é muito mais do que isso, porém, e merece ao menos dois dias para uma exploração completa.

Dessa forma o centro é o maior conjunto arquitetônico do período colonial da América Latina e compreende as áreas do Pelourinho, Terreiro de Jesus, Largo do São Francisco, Sé e Santo Antônio Além do Carmo. Ademais vários monumentos no local foram tombados como patrimônios nacionais pelo IPHAN.

Pelourinho

A região do Pelô é a área que vai desde a Praça Terreiro de Jesus até o Largo do Pelourinho. Nela há uma concentração forte de lojas, restaurantes, museus, teatros, igrejas e outros monumentos históricos.

O termo remete à uma coluna de pedra colocada em um local público de uma cidade para punir criminosos. No Brasil Colônia era muito utilizado para punir negros escravizados. O Largo do Pelourinho é onde estava instalado o pelourinho que deu nome ao bairro.

Primeiramente é o rosto de Salvador e andar pelas ruas com calçamento pé de moleque é mergulhar na cultura baiana. Em suma nessa região pode visitar a Fundação Casa de Jorge Amado, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e o Memorial das Baianas.

Caso queira provar de uma moqueca de camarão deliciosíssima, dê um pulo no restaurante Donna Pimenta. A moqueca para uma pessoa custa R$34,00 e a porção é muito bem servida.

Pelourinho no início de tarde.

Terreiro de Jesus

O Terreiro de Jesus, ou Praça 15 de Novembro, é uma praça de grande importância histórico-cultural para a cidade e uma das atrações turísticas mais famosas de Salvador.

A praça se encontra atualmente em reforma e o projeto de revitalização está baseado no trabalho do paisagista Burle Marx.

Na região pode anotar os seguintes locais para visitação:

Catedral Basílica de Salvador

Endereço: Largo Terreiro de Jesus, s/n – Pelourinho

Horário de funcionamento: Segunda à Sábado de 9h às 17h para visitação; Missas ocorrem aos Domingos às 10h e 17h e às Sextas ao meio dia.

Preço: R$5

Reaberta em setembro de 2018 após 4 anos de reforma, a Catedral Basílica data de 1672. Sua fachada é feita de pedras de lioz e seu acervo de arte sacra é um dos mais valiosos do país. O templo é considerado Barroco, mas outros estilos também podem ser identificados.

Similarmente outras duas igrejas que pode visitar são a São Pedro dos Clérigos e a Ordem Terceira de São Domingos de Gusmão.

Catedral Basílica de Salvador.

Museu Afro Brasileiro UFBA

Endereço: Rua das Vassouras, 1-23 – Centro (Dentro da Faculdade de Medicina de Salvador)

Horário de funcionamento: Segunda à Sexta de 9h às 17h

Preço: R$6

O Museu era um local que eu já havia pesquisado previamente e era parada obrigatória no meu roteiro; ele fica dentro da Faculdade de Medicina também no Terreiro de Jesus e não há nenhuma sinalização do lado de fora que o indique, o que dificulta o acesso e precisa ser corrigido.

Atendendo pela sigla MAFRO, o museu é administrado pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e é um dos poucos no Brasil a elencar artefatos da cultura africana e sua influência na formação da cultura do país.

O museu tem uma coleção bem incrível e a atual exposição de longa duração está dividida em três salas que abordam questões acerca do continente africano como tráfico de escravos, manifestações artísticas, religiões, etc.

Ademais a última sala abriga o conjunto de talhas do artista Carybé que retrata as figuras de 27 orixás.

A primeira sala que visitamos ao entrar conta temporariamente com a exposição “O MAFRO pela vida, contra o Genocídio da Juventude Negra”.

Assim sendo, enquanto negra visitar essa exposição foi doloroso, mas necessário, porque a violência com nossos corpos precisa ser exposta para gerar mudanças.

O ingresso do MAFRO te dá direito a visitar também o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFBA que fica no mesmo prédio. Não fui informada sobre isso ao comprar o ingresso, então infelizmente não fiz a visita, mas vale à pena pelo preço de Dois em Um.

Exposições e Entrada do MAFRO.
Atrações próximas

Outras atrações ao redor que podem interessar são Casa do Olodum, o Centro Cultural Solar do Ferrão, Museu da Misericórdia, Casa do Carnaval da Bahia e o Museu da Gastronomia Baiana.

Nessa região também é onde encontramos o bar O Cravinho, que serve o licor de mesmo nome que é símbolo de Salvador feito de cachaça, cravo, mel e limão. A bebida preparada por infusão é bem gostosa, porém forte; a dose custa R$4,00.

Largo de São Francisco (Igreja e Convento de São Francisco)

Endereço: Largo do Cruzeiro de São Francisco, S/N – Pelourinho

Horário de funcionamento: Seg das 9h às 17h30; Ter das 9h às 16h, Qua a Sáb das 9h às 17h30; Dom das 10h às 15h. Missas ocorrem às terças (7h, 8h, 16h e 18h); sábados às 7:30h e domingos às 8h).

Preço: R$5 (gratuito nos horários de missa, mas nesses períodos não é permitida a visitação à capela nem ao claustro).

A uns 200m da Catedral Basílica, um tesouro imensurável se abriga atrás de uma fachada simples: a Igreja de São Francisco é um templo barroco de beleza inominável. Foi erguida entre os séculos XVII e XVIII bem como foi eleita uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo.

No claustro quase 55 mil azulejos contam a história de São Francisco de Assis além de cenas pagãs e epígrafes do poeta Horácio e a quantidade de ouro encravado em cada detalhe na nave principal te fará piscar algumas vezes.

Semelhantemente a construção é de uma imponência majestosa e deixa claro porque é considerada a mais importante do estilo barroco em toda a Bahia.

Igreja de São Francisco.

No Largo de São Francisco ficam localizadas também muitas lojas e restaurantes para apreciar do comércio e da comida local.

Aqui há um restaurante chamado Cuco Bistrô com temática nordestina que vale à visita. O preço não é dos mais baixos, mas o atendimento deles é simplesmente fenomenal e a comida também é muito boa.

Cuco Bistrô: Na primeira foto asinhas de frango com molho de uva e de gorgonzola (R$37,00); Na segunda, a especial sobremesa Cotoquinho do Pelô (R$22,00).

A região da Sé leva esse nome graças à antiga Catedral Sé da Bahia. Apesar de sua grande relevância histórica, foi demolida em 1933 durante um projeto de revitalização da cidade para dar lugar aos trilhos dos bondes da Companhia Circular da Bahia.

Hoje no espaço onde era a Catedral fica a Praça da Sé, que abriga o monumento de homenagem à Zumbi dos Palmares, símbolo da luta negra contra escravidão e também o de D. Pero Fernandes Sardinha, bispo que impulsionou a construção da Catedral.

Nos arredores da Praça está também localizado o Monumento Cruz Caída, uma escultura de aço inox de autoria de Mário Cravo que fica onde jazia o adro (terreno em frente ou em volta de uma igreja) da Catedral.

Monumento Cruz Caída.

Praça Tomé de Sousa

Também conhecida como Praça Municipal, é considerada o berço da civilização brasileira porque foi a primeira praça instaurada em Salvador. Abriga uma estátua de Tomé de Sousa, que foi o primeiro governador-geral do país e fundador da cidade de Salvador.

Rodeando a praça estão muitos prédios importantes como o Palácio Tomé de Sousa (Atual sede da Prefeitura) e a Câmara dos Vereadores bem como dois pontos que merecem visitação:

Palácio Rio Branco

Endereço: Praça Tomé de Sousa, S/N – Centro

Horário de funcionamento: Ter à Sáb de 10h às 18h; Visitas guiadas – Ter à Sex das 10h30 à 13h30 e das 14h30 à 17h30; Sáb das 9h30 à 12h30)

Preço: Gratuito

O prédio data de 1549 junto à fundação da cidade. É sem dúvidas extremamente rico quanto à história do país. Infelizmente fui bem no intervalo do almoço, portanto fora do horário da visita guiada, e neste caso só foi possível visitar o piso térreo que não possui muitos atrativos.

Valeu à entrada por conta da vista incrível que dá para ter da Baía de Todos os Santos a partir da sacada do Palácio, mas pretendo retornar e fazer a visita guiada para conhecer os pontos altos do local que dizem ser a Sala Pompeana com pinturas dos séculos 19 e 20 e a Sala dos Espelhos em estilo rococó.

Duas melhorias que podem ser realizadas: o atendimento ao público; o único segurança que estava lá era bastante grosseiro e isso é bem agravante considerando o segundo ponto negativo do local que é a ausência de placas indicativas dos aposentos e das regras gerais. Não havia informativos sobre as visitas guiadas nem sobre a proibição de visitar o segundo andar por conta própria.

Palácio Rio Branco.

Elevador Lacerda

Endereço: Praça Tomé de Souza, S/N – Centro

Horário de funcionamento: todos os dias, de 6h à 00h.

Preço: R$0,15 por viagem

O primeiro elevador urbano do mundo é também um dos maiores símbolos de Salvador. Com 72 metros de altura, liga a Cidade Baixa (área litorânea) à Cidade Alta (centro econômico). Faz parte do cotidiano dos moradores da cidade e você viajará ao lado de residentes ouvindo seus sotaques deliciosos.

Visitar o Elevador é basicamente obrigatório e uma recomendação fortíssima também é que prove de um sorvete ou de um Maltado (espécie de Milk Shake) do A Cubana Sorvetes, que possui filial na saída do Elevador na Cidade Alta e outras franquias pela cidade. De verdade, é uma experiência para viajar ao paraíso gastronômico.

Elevador Lacerda e o Maltado de Coco de A Cubana Sorvetes.

Além do Elevador Lacerda, existem outras formas de locomoção entre as áreas alta e baixa da cidade e uma delas é o Plano Inclinado Gonçalves. Possui duas cabines de tamanho de um bonde regular, cada uma capaz de transportar 36 passageiros, e o acesso se dá através da Praça Ramos de Queiroz na Cidade Alta, ao lado da Casa do Carnaval da Bahia. Para quem tem curiosidade por meios de transporte, vale dar uma olhada.

Cidade Baixa

Área litorânea banhada pela Baía de Todos os Santos. Na Cidade Baixa fica localizado o Porto Marítimo de Salvador, de onde saem passeios de barco para diversos lugares como Morro de São Paulo. Além dele há outros destaques:

Mercado Modelo

Endereço: Praça Visconde de Cayru, 250 – Comércio

Horário de funcionamento: Seg à Sáb de 9h às 18h; Dom de 9h às 14h.

Preço: Gratuito (entrada)

Caracterizado por um estilo neoclássico, o Mercado Modelo é um centro comercial de artesanato e uma das atrações mais visitadas em Salvador. O prédio que ocupa funcionava como Casa da Alfândega e hoje dentro dele pode-se encontrar diversos símbolos da cidade além de restaurantes de culinária baiana.

Antigamente era possível realizar a visitação também ao subsolo do Mercado, hoje ele se encontra fechado. Acredita-se que negros escravizados eram mantidos no subsolo do prédio aguardando para serem leiloados. Como ele fica abaixo do nível do mar, acabavam morrendo por afogamento. Alguns residentes relatam ouvir sussurros, gritos, súplicas e sons de correntes no local na parte da noite. O subsolo está sempre alagado.

Baía de Todos os Santos

Não é um local de visitação e sim de contemplação. É impossível falar de Salvador sem falar da beleza da Baía; a cada lugar que eu ia e me deparava com uma nova vista para ela, tinha que sentar e admirar.

A Baía possui contorna aproximadamente o equivalente a 300 km da costa litorânea e nela estão localizadas 56 ilhas. Ótimos lugares para contemplá-la são a parte alta do Elevador Lacerda, o Palácio Rio Branco, o Cemitério dos Ingleses no bairro da Barra e o Parque São Bartolomeu.

Igreja Nosso Senhor do Bonfim

Igreja Nosso Senhor do Bonfim.

Minha última parada foi na famosa Igrejinha do Bonfim, que fica na Sagrada Colina, na península de Itapagipe. É lá onde fiéis amarram as famosas fitinhas coloridas. Ela é considerada o maior templo de fé católica para os baianos.

Quando visitei tanto a parte da frente quanto o interior da Igreja estavam em reforma em preparação para a tradicional Festa da Lavagem do Bonfim que acontece na primeira quinzena de janeiro e também estava sendo celebrada uma missa, então só visitei do lado de fora e também a Sala dos Milagres.

Esta sala fica ao lado do presbitério, no térreo, no espaço oposto à sacristia e está destinada a exposição de moldes expressando partes do corpo humano (pés, braços, cabeças, etc.) que se referem à pedidos de cura de males ou agradecimentos de fiéis ao Senhor do Bonfim. Ali também são expostos fotos de pessoas, lesões, cirurgias, entre outros detalhes da vida do devoto.

Admito que foi uma sala que me intrigou e causou certo desconforto ao mesmo tempo, ainda que eu já soubesse o que esperar. Confirmou somente que as pessoas têm diferentes maneiras de expressar sua fé e de demonstrar gratidão por ela.

Além dos locais descritos, também visitei o Mosteiro de São Bento que fica localizado em Nazaré e o Farol da Barra situado no bairro da Barra; a construção do Mosteiro é bastante simples e não chamou muita atenção e infelizmente quando cheguei ao Farol já estava fechado e não pude visitar.

Um cházinho de realidade:

  • Salvador é uma cidade encantadora, porém também é um local característico pela tentativa de trambiques e furtos, principalmente na área do Pelourinho, então é preciso atenção ao andar por lá. Não aceite nenhuma mercadoria como um suposto “presente” e tenha cuidado com pessoas oferecendo realizar pinturas do Olodum no corpo “de graça”. As abordagens insistentes são formas de conseguir dinheiro, voluntariamente ou não. Turistas são muito visados.
  • Assim como várias outras grandes cidades brasileiras, Salvador é palco de uma esmagadora desigualdade social. É notória a presença de pedintes nas ruas (sobretudo crianças) e a favelização impulsionada pelo crescimento desordenado. Não é novidade se você é brasileiro, mas ainda assim é uma realidade que convida a reflexão entre a alegria baiana comercializada turisticamente e a miséria daqueles que o turismo não abraça.

Eu, Negra & Mulher, em Salvador:

  • Em Salvador tanto eu quanto minha amiga (exaltando suas tranças coloridas) passávamos por residentes e inclusive nos pediram informações algumas vezes. Negros compõem uma grande parte da cidade e andar por lá é se reconhecer em um tom de pele, sorrisos, na história compartilhada.
  • Enquanto mulher é outra história. Olhares maliciosos e comentários indevidos me acompanhavam em alguns locais e várias vezes me senti desconfortável, mas não necessariamente senti insegurança ou medo. Eu estava acompanhada nesses momentos, porém, então recomendo um olhar mais atento à quem estiver viajando sozinha, principalmente durante a noite.

Lembretes marotos:

  • Não se esqueça de provar o acarajé! Recheie com vatapá, caruru, camarão, pimenta e o que mais tiver direito. Caso goste de experiências gastronômicas, não deixe de checar a postagem aqui no blog sobre pratos brasileiros com influência africana.
  • Saboreie bastante o queijo coalho, a diferença de preço (ao menos aqui no Rio) é gritante, então é bom aproveitar.
  • Abuse da água de coco para se hidratar (vi a venda do coco a R$1,00 por lá!).
  • Não se esqueça do protetor solar, mesmo que somente vá bater perna. O sol de lá não é para brincadeira!

Em resumo, Salvador é moradia de um povo extremamente prestativo, atencioso e enérgico (a energia que eles têm não se pode medir). Eles vão te convidar para o carnaval de lá e falarão da cidade com amor (mesmo quando reconhecerem os problemas).

O atendimento ao público é em geral excelente e a gentileza da comunidade influencia muito no seu humor. Retornaria à cidade por muitas vezes para sentir o aconchego, a receptividade e o amor que o local amana.

Por último, mas não menos importante: Sorria, você está na Bahia 🙂

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